Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008
O grande desafio

 

A tudo nos habituamos.
Com o avançar da vida, descobrimos com espanto que efectivamente a tudo nos habituamos.
A questão reside em como o fazemos.
Podemos pura e simplesmente desistir. Deixar cair os braços e transformarmo-nos numa pálida imagem do que já fomos, ficar quedos e imóveis à espera que a vida escorra.
Ou então, a revolta instala-se dentro da alma e a amargura toma conta de cada parte mais íntima do nosso ser, e exalamos essa mágoa sangrenta por onde passamos e a todos com quem nos cruzamos.
Mas, se os deuses assim o decidirem, ou se por um acaso dos mistérios do Além, dentro de nós e sem o nosso controlo, a uma força imbatível nos levar até à tona da água, nos impedir de morrer por dentro, então o nosso instinto de sobrevivência irá transportar-nos pela vida, não sem deixar marcas, nódoas negras que não se vêem, rasgões invisíveis mas tão profundos como se por dentro, nem um pedaço de nós sobrevivesse.
Mas na verdade, adaptamo-nos a tudo na vida.
Talvez seja essa memória ancestral, dos tempos em que o ser humano só podia mesmo viver se adaptado ao que o rodeava.
Há muitos anos, pensava que após a adolescência entravamos na idade adulta e tudo estava terminado, calmo, definitivo.
Ah! Quanto me enganava!
Todos os dias um pouco de mim desaparece, e uma vez mais me adapto como plasticina ao que são as 24 horas de todos os dias.
Chegada aqui, percebo agora que a grande aventura não é o que conseguimos conquistar, o que possuímos.
Pelo contrário. A contabilidade dos afectos, dos amores e desamores, das tristezas e das alegrias, são como cada pequeno pedaço do nosso corpo.
A luta é não baixar os braços, não desistir dos nossos princípios, não abdicar de nada do que é realmente importante para nós.
E perceber que o mais natural é que à nossa volta a solidão se instale.
A sociedade gosta das pessoas simples, sem devaneios de alma, sem grandes angústias existências e de preferência plenas de tristezas.
Mas habituamo-nos a tudo.
Até à mais profunda solidão, que efectivamente não é estar sozinho mas sim, não ter ninguém que nos entenda de verdade.
 
 


publicado por Luísa Castel-Branco às 15:59
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Terça-feira, 25 de Novembro de 2008
Para onde vamos?
 
 

O estudo que revela o número assustador de jovens agredidas pelos namorados pode ter apanhado de surpresa grande parte dos portugueses, mas não todos.

Sei dessa realidade e desenganem-se os que os pensam que este tipo de situações ocorrem unicamente nas classes mais desfavorecidas. Muito pelo contrário, parece que a aceitação da violência por parte duma elite tornou-se já algo normal.

Mas porque nos surpreendemos? Numa sociedade em que nada é imputável aos pobres dos meninos, o que se pode esperar?

Ninguém chumba, por isso para quê estudar, não podem ser condenados por desacatos por serem menores e os pais vivem no pavor de perder o controlo (ou o amor) dos filhos oferecendo tudo e mais alguma coisa não vão eles ficar traumatizados por não terem o último modelo de telemóvel!

O que esperar de uma sociedade que promove a falta de responsabilidade, o facilitismo, o consumismo a todo o custo?

Se as leis fossem aplicadas, a maior parte da noite de Lisboa parava. Porquê? Porque os bares e discotecas estão cheios de menores a consumirem álcool! Educar é uma tarefa cada vez mais difícil. Os pais têm hoje que lutar para sobreviver à crise económica, muitos enfrentam o desemprego, muitos mais a precariedade do trabalho.

Simultaneamente, têm filhos que exigem como se fossem donos do mundo, como se tudo lhes fosse devido.

E, na verdade, onde estão os deveres desta geração?

Às agressões aos professores, entre alunos e a pais junta-se agora esta vertente. E enquanto discutimos a avaliação dos professores, onde está a discussão séria sobre o futuro àqueles que um dia governaram o país?

Porque a culpa é de todos nós!

Luisa Castel-Branco

in Destak 25 | 11 | 2008  



publicado por Luísa Castel-Branco às 10:16
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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008
VIOLÊNCIA NO NAMORO - Leiam que é importante
 
 
25% das jovens são vítimas de agressões
 

Uma em cada quatro relações de namoro na adolescência é marcada por episódios de violência, revela um estudo da Universidade do Minho. À Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) chegaram este ano denúncias de meninas de 11 anos.

"Insultos, estaladas, gritos, atirar e partir objectos, impedir ou controlar contactos com outros" são os actos mais relatados na tese de doutoramento sobre violência no namoro da psicóloga Sónia Caridade.

De acordo com a investigadora da Universidade do Minho (UM), "25,4 por cento dos jovens foram vítimas, pelo menos uma vez, de um acto violento na relação".

O estudo abrangeu 4.667 jovens entre os 13 e os 29 anos, mas à APAV já chegaram dois pedidos de apoio de crianças de 11 anos. No primeiro semestre de 2008, a associação recebeu seis denúncias, todas de raparigas, entre os 11 e os 17 anos.

Um número "muito aquém da realidade, já que se trata apenas de quem decide fazer queixa", explicou à Lusa Rosa Saavedra, responsável da APAV. Destas seis vítimas, apenas duas mantinham ainda um relacionamento amoroso quando foram alvo de maus-tratos. A maioria queixou-se de agressões emocionais, a principal forma de violência no namoro.

De acordo com o estudo da UM, um em cada cinco jovens reconheceu ter sido vítima de comportamentos emocionalmente abusivos, apesar de a maioria "não perceber esta forma de violência como inadequada", lembra Carla Machado, orientadora da tese. Actos de controlo por parte do companheiro ainda são vistos como manifestações de ciúme e confundidos com "provas de amor".

Muitas vezes, a noção de gravidade do acto está condicionada a ocorrer ou não num local público, explica Carla Machado: "Os insultos são tomados como uma brincadeira, mesmo sendo muito humilhantes e recorrentes. Mas quando acontecem em frente a outras pessoas passam a ser mais valorizadas".

Segundo as investigadoras, também os comportamentos físicos abusivos são muitas vezes desculpabilizados. "Não quer dizer que eles os percebam como correctos mas não lhes atribuem grande gravidade ou valoração", lamentou Carla Machado. O estudo revela existirem "18 por cento de jovens vítimas deste crime", lembrou Sónia Caridade.

Já quando se fala em "murros, sovas e pontapés e ameaças com armas, todos os jovens percebem que isto é inadequado", lembrou a orientadora do estudo que detectou existirem 6,7 por cento de jovens alvo destes comportamentos.

 

 In Destak 21 | 11 | 2008  



publicado por Luísa Castel-Branco às 16:11
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Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008
Hoje, eram onze horas e pouco da manhã

 

 
Hoje o meu anjo da guarda desceu sobre mim e posou no meu ombro.
Vinha acompanhado por um arcanjo e um anjo jovem que, cansado de cerzir nuvens pedira licença para participar na viagem.
 
O meu anjo da guarda, sempre que penso nele imagino-o igual
as fadas do Peter Pan, qual Sininho brilhante e com asas transparentes, encostou-se no meu ouvido e sussurrou: Pára
 
Sei disto porque sei.
 
Sei que foi ele que me bloqueou os dedos nas teclas do computador e depois, de mansinho com as suas mãos mais minúsculas do que um dedal, levou o meu dedo até ao local preciso e limpou o texto.
 
Não que aquilo que eu estava a escrever não fosse certo, correcto e verdadeiro.
Mas por vezes, isso não é o suficiente.
 
O meu anjo da guarda ficou ali, seguramente pousado nos meus ombros, enquanto as lágrimas me caiam pelo rosto.
 
Só quando parei de solução ele voltou ao meu ouvido, ou então falou directamente com a minha alma, e fez-me cair na razão, postou diante de mim o futuro que três simples e dolorosos parágrafos iriam conduzir.
 
Não basta ter razão.
O amor verdadeiro tem capacidade para tomar conta desse tal futuro, fechar a dor dentro do peito e cozer a boca com um fio invisível.
 
Amar nem sempre é fácil, muitas vezes é tortuoso o caminho.
 
Mas o amor de mãe é tão imenso quanto o céu, tão profundo como todos os mares do mundo unidos num só local, tão inacreditavelmente belo e contudo, pode magoar como se nos arrancassem uma parte do corpo.
 
O meu anjo da guarda visita-me tão poucas vezes, penso agora para mim mesma, mas sem dúvida que se guardou para momentos tão importantes como este.
 
Não lhe disse adeus. Não me despedi. Ainda chorava seguramente, quando ele partiu.
A sua tarefa estava concluída e por isso eu lhe agradeço eternamente.


publicado por Luísa Castel-Branco às 19:36
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Um murro no estômago
Lurdes Costa disse sobre A dor maior do mundo na Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008 às 17:03:

     

 

Tremi e arrepiei-me ao lê-lo, é tão real, tão incisivo que corta a respiração, pensei em mostrar á minha irmã que sente essa mesma dor desde Dezembro de 2007 porque é um retrato tão fiel do que se passa com ela ... e transcrito ... ... não sei se aguenta lê-lo ... mas vou tentar! Tento ajudá-la todos os dias e dar-lhe força para continuar, é uma luta diária e constante, um desgaste muito grande e por vezes sentimos que estamos a rumar para parte nenhuma, esse é o pior dos sentimentos, a impotência perante os factos da vida.
Tenho sempre esperança que o amanhã vai ser melhor e considero-me otimista , mas estou a fraquejar e por vezes, como agora sinto que me faltam as forças.
Em Março de 2006 foi-me detectado cancro da mama, fui operada com sucesso, fiz radioterapia, Tamoxifeno e Zoladex durante 2 anos e superei essa prova de vida. Em Janeiro de 2007, aos 41 anos fiquei viuva (o meu marido não sobreviveu a um acidente na escada do prédio onde habitamos) com dois filhos, o Filipe com 15 anos que foi a primeira pessoa a chegar ao pé do pai depois do acidente e que chamou o 112, e o João Pedro com 7 anos. Tempos dificeis em termos psicológicos, muito dolorosos. Como explicamos aos nossos filhos que o pai não volta mais? Como explicamos que os maus vivem e o pai que era bom morreu???
Como explico a mim mesma que o amor da minha vida, desde os 14 anos, o meu unico namorado, a minha cara metade, o meu noivo, o meu marido, o pai dos meus filhos ?????... ... mas sobrevivemos!
Em Dezembro de 2007, dia 23 mais concretamente iamos todos contentes passar o Natal a Comenda-Gavião , iamos a 70 km/h, a minha irmã perdeu o controlo do carro, capotámos, a minha sobrinha de 15 anos foi cuspida e não aguentou ... faleceu ali.
O meu filho Filipe foi o primeiro a aperceber-se que a prima-irmã tinha morrido e gritava com quanta força tinha"A CATARINA MORREU!"
O mesmo já se tinha passado quando do acidente do pai, eu cheguei logo depois dele ao patamar da escada e tentava chamar pelo Jorge, na tentativa de obter um sinal que fosse de vida e o Filipe da porta da escada a espreitar para fora á espera da ambulância, todo a tremer me dizia:"MÃE! LARGA O MEU PAI QUE ELE MORREU! O PAI MORREU, MÃE! NÃO VÊS?? O PAI MORREU!
Estamos todos juntos a dar forças uns aos outros para levar a vida por diante, porque por mais forte que seja a nossa dor sabemos que a vida deles acabou, mas a nossa continua. Vivemos um dia de cada vez, é a única maneira. Nem conseguimos ter uma conversa sobre o futuro porque ... não sei, mas fazer planos para o futuro até se torna anedótico, surreal ...
Em Setembro desde ano foi diagnosticado cancro do pulmão á minha mãe. Começou a fazer quimioterapia, parou os tratamentos á 3 semanas porque a medula deixou de funcionar como efeito secundário dos tratamentos. O tumor esta no mesmo estádio que antes do inicio dos tratamentos. Ela está débil e sem cabelo, metade do dia passa deitada, só sai de casa para ir ao hospital.
A minha irmã começou a trabalhar á 15 dias, esteve 2 meses de baixa com depressão!!
Eu ontem não consegui ir trabalhar, estou confusa e sem alento! Mas tenho os meus filhos!
Tenho sempre sido forte mas sinto que acabei as pilhas!
Obrigada pelas suas palavras
Desde há muito que é uma referência para mim e de vez em quando venho aqui espreitar mas nunca tinha tido coragem de escrever nada, hoje foi mais um desabafo!
Parabéns por ser como é
Maria Costa

 

 

 

Maria,
Quando acabei de ler o seu texto, senti um murro no estômago!
Perdemos nas pequenas desilusões do dia-a-dia, nas tristezas e ressentimentos mas depois, perante o seu relato, todas as nossas queixas ou tristezas transformam-se em coisas ridículas.
Não sei como se levanta da cama.
Não sei como a sua irmã consegue avançar nos dias e o mesmo se aplica a si.
Tudo o que relata é tão incrivelmente injusto, e por muito que eu queira dizer que percebo do que fala, é pura mentira.
O texto que escrevi, baseei-me na dor que vi em quem perdeu um filho, porque sou tão cobarde que não consigo sequer imaginar-me nessa situação, pelo menos ao nível do meu consciente.
As suas dores são muitas e todas em simultâneo.
E claro que como mãe, a preocupação em relação ao seus filhos, principalmente ao mais velho é mais uma espada sobre a sua cabeça.
Se tiver alguma hipótese, sugiro-lhe, se me permite, que procure apoio para ele.
Alias o mesmo deveria fazer consigo e com a sua irmã.
As pessoas ainda hoje têm uma noção errada e falsa sobre as mais-valias do apoio que os profissionais desta área podem dar.
Mas é um erro.
Ninguém vai conseguir encontrar um sentido ou uma explicação para tudo o que vos aconteceu.
Mas tem que haver um sítio, uma pessoa, com quem possam desabafar e gritar bem alto a vossa raiva.
A vida é um mistério e ultrapassa em muito a ficção.
Mas a dor, essa, deve ser tão pungente que lhe digo sinceramente, não consigo nem por sombras compreender a força que necessita para  continuar.
O tempo tudo cura, diz o ditado.
Eu não acredito, mas penso que o tempo leva-nos a aceitar o inexplicável, não a compreender, não a deixar de lado a revolta, apenas numa aceitação que é um pouco da nossa própria morte, como se a alma ficasse para sempre mutilada.
Agradeço do fundo do meu coração a sua partilha com todos os que aqui vêem.
Estou segura que tal como a mim, a Maria contribuí para me obrigar a colocar os pés na terra e ter vergonha dos meus pequenos dramas!
Desejo que seja de que forma for, encontre as forças para continuar, e o mesmo em relação à sua irmã.
Volte sempre que quiser desabafar, nem que seja nas longas noites em que a solidão lhe pesa e o medo também.
Um grande abraço,
Luísa Castel-Branco
 
 


publicado por Luísa Castel-Branco às 09:07
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Terça-feira, 11 de Novembro de 2008
A dor maior do mundo
 
 

Nunca imaginara que existisse uma dor tão forte, tão pungente, tão violenta que lhe cortava o corpo, como facas espetadas.

Era como se todo o oxigénio tivesse sido sugado ao Universo e ela tentava sofregamente respirar, mas não conseguia e na verdade, também não o queria.

Aquilo que ela realmente desejava era fechar os olhos para sempre, deixar de existir como o seu filho, partir para o mesmo local onde ele agora estava e, por isso, o simples acto de abrir os olhos todas as manhãs era uma violentação.

Que fazia ela aqui, quando a melhor parte de si tinha-lhe sido roubada, de repente, sem sentido?

A casa continha o perfume dele, entre as paredes escondidas as gargalhadas dele, e os seus olhos doces, castanhos, estavam pintados por todo o lado, como um véu que cobria tudo o que restava do que fora a sua vida.

Ah! Porque não fora ela a partir? Porque estava condenada a viver, se cada dia era como uma pena pesada, se cada dia era um dia que tinha sido roubado ao seu amado filho!

Ah! Onde estava o seu Deus? Onde estava a tal paz que a Fé lhe devia transmitir mas nada, não sentia nada a não ser revolta, raiva, uma fúria que lhe dava vontade de arrancar os cabelos mas não tinha forças, não existia já e para ali ficava, no quarto dele, a porta fechada ao mundo, ela a mexer nos apontamentos dele, a letra tão desigual, tão viva!

O que restara dele eram essas pequenas coisas. A camisola enrolada na cadeira, o computador fechado, os livros abertos. A realidade era aquilo? Aquele quarto que nunca mais seria habitado?

Ela morria todos os dias um pedacinho, e era isso o futuro.
Porque não morrer de uma só vez?

 

in Destak 11 | 11 | 2008  



publicado por Luísa Castel-Branco às 10:13
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Desconhecido disse sobre Confesso que não percebo
na Segunda-feira, 10 de Novembro de 2008 às 18:06:

     

 

A cara em duas metades Uma cara dividida ao meio, misturada com alguma arte, permite fazer umas brincadeiras com fotografias de pessoas famosas. Jogar com a simetria das caras resulta nuns efeitos muitos originais. Interessante para uns momentos de boas gargalhadas! Ideia original, principalmente quando aplicada a caras tão nossas conhecidas!

 

 

O.K. Agora percebo! Obrigada.



publicado por Luísa Castel-Branco às 10:01
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Segunda-feira, 10 de Novembro de 2008
Carina disse sobre Uma valsa a dois
na Quarta-feira, 5 de Novembro de 2008 às 18:58:

     

 

Quando amamos alguém conseguimos sentir essa pessoa nos mais pequenos pormenores...ás tantas,parece que tudo nos faz lembrar a pessoa amada...como se ela ainda precisasse de ser lembrada...Penso que quem ama e é amado tem a maior sorte do mundo pois o amor,na minha opinião,é o tesouro mais valioso do mundo!!!
Parabéns pela sua fantástica forma de escrever Luísa Castel-Branco,pois de uma maneira ou de outra consegue tocar a todos,até mesmo ás adolescentes como eu!!!

 

 

Carina,

Muito obrigada e aproveito  para lhe dar um conselho de quem já vivue metade da vida: nunca desista do amor! Por mais que doa a procura do outro vale sempre a pena.

Beijos e volte aqui.



publicado por Luísa Castel-Branco às 11:56
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nisca01 disse sobre Uma valsa a dois
na Quarta-feira, 5 de Novembro de 2008 às 21:42:


 

     

 

Simplesmente fantástica !
É de ficar estupefacta quanto ao que escreve, de uma forma tão sentida e quase real.
Quanto ao resto, quase que arriscaria dizer; Obama na América, Castel-Branco em Portugal. Não sou muito feminista mas ja que estamos em crise, se os homens não resolvem, entao mulheres ao poder!
Fazem falta mais pessoas como voçê.
Força.

 

UI! Correi!



publicado por Luísa Castel-Branco às 11:54
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Ana disse sobre Ah! A vida!
na Quinta-feira, 6 de Novembro de 2008 às 18:20:


 

     

Também me sinto assim tantas vezes...

 

 

Ana,

Aproveite este espaço nosso para desabafar. É mais fácil do que falar com alguém, que nos está proximo.

Volte sempre.



publicado por Luísa Castel-Branco às 11:51
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