Segunda-feira, 9 de Junho de 2008
Nunca se diz vezes demais que amamos alguém
De mariana a 5 de Junho de 2008 às 22:04
Adorei as suas palavras e fez-me repensar muita coisa, nas palavras não ditas que todos os dias receamos dizer por qualquer motivo, vergonha ou simplesmente porque achamos que não é necessário, por pensarmos que a pessoa sabe o que pensamos ou que sentimos por ela, mas é realmente um erro e não nos devemos de cansar de quando amamos alguém, seja pai, mãe, filho, amiga, enfim, esbanjarmos os nossos sentimentos é um dever e com certeza nos sentiremos melhor por o ter feito e assim nunca nos arrependermos do que não dissemos....Os meus pais ainda são vivos e ler as suas palavras, fizeram-me pegar no telefone e dizer-lhes o quanto os amava e senti-me bem por fazê-lo, beijos com amizade e admiração.
PS-Tou desejosa de ler o seu romance, prometo lê-lo e vir aqui dizer o que achei....
 
Querida Mariana,
Reproduzi aqui o seu comentário ao meu ultimo texto porque fiquei tão emocionada quando o li, que quis partilhá-lo com toda a gente.
São momentos como este, em que algo que escrevemos leva alguém a agir assim, que nos aquecem a Alma e nos fazem continuar a escrever, a acreditar.
Só alguém com um coração doce pode agir como fez depois de ler a minha confissão.
Porque Mariana, o mundo da Net proporcionou-me um espaço para abrir o meu coração, despir a couraça que tenho que utilizar no dia a dia ( não temos todos?) e abrir o meu coração.
Como fiquei feliz com as suas palavras e como os seus pais devem ser felizes por a terem como filha!
Não tenha nunca vergonha de dizer a alguém que ama, porque me parece que hoje em dia, mais depressa falamos de sexo do que de amor, do verdadeiro.
E espero que volte aqui com a sua opinião sobre o meu livro.
Muito lhe agradeço desde já e por favor, continue a ser exactamente quem é!
Um grande beijo para si.


publicado por Luísa Castel-Branco às 10:23
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16 comentários:
De Sofia a 9 de Junho de 2008 às 12:02
Boa tarde Luísa, sou uma visitante assidua aqui do seu blog e da sua coluna no Destak. Sou uma das muitas pessoas a quem a magia da sua escrita faz sentido e tanto gosto dá ler =) Gostaria só de lhe perguntar e peço desculpa se nao o faço para o local correcto, mas não sabia bem onde me dirigir. Para saber se vai existir mais alguma sessão de autógrafos do seu novo livro? Porque tenho uma amiga minha que sei que adoraria ter o seu livro com a sua assinatura. Sem querer roubar mais do seu tempo, o muito obrigada por continuar a partilhar esses pequenos momentos que vive, e que penso ser o que de mais simples dá cor à nossa vida. Um abraço. Sofia


De isabel salvador a 13 de Junho de 2008 às 18:11
olá Luisa,não conheçia este seu espaço,hoje ao vê-la no Manuel Luís Goucha(um grande homem),emocionei-me muito consigo e as lágrimas escorre-ram pela cara abaixo....já tinha uma grande admiração por si.desde todos os tempos.......é uma grande mulher,uma grande mãe e uma boa amiga....vou comprar o seu livro, assim que puder....beijinhos muito grandes nesse seu coração fantástico


De Luísa Castel-Branco a 17 de Junho de 2008 às 14:05
Isabel,
Nem tenho palavras para lhe agradecer. No programa do Manuel Luís Goucha fui novamente politicamente incorrecta, porque não se chora em televisão mas também eu sempre o fui e sempre mostrei o que sentia, para o bem e para o mal.
Espero que goste do meu livro. E mesmo que não goste, por favor volte aqui para mo dizer.


De isabel salvador a 19 de Junho de 2008 às 08:21
por isso eu gosto de a ver na televisão,porque a Luísa é humana,e assim se exprime porque tem grandes valores,grandes sentimentos....nunca se escondeu atrás de nenhuma máscara..por isso a estimo muito...

beijinhos muito grandes no seu coração....

e já tenho o livro yupi....fiz um sacrifiçio e comprei.....


De Luísa Castel-Branco a 17 de Junho de 2008 às 13:56
Sofia, Muito obrigada pelas suas palavras. É engraçado, mas os leitores do Destak parecem os menos surpreendidos com o meu livro. Quanto à sessão de autógrafos já teve lugar uma na feira do livro. Contúdo, o livro vai já para uma segunda edição e portanto haverá com certeza lugar para nova sessão. Agradeça por favor à sua amiga, em meu nome. Eu aviso de certeza e atempadamente quando tal acontecer.


De Filipa a 13 de Junho de 2008 às 12:57
Olá Luísa,

Sou leitora assídua deste seu cantinho e hoje ao vê-la no Programa do Manuel Luís não pude deixar de me emocionar com o transbordar dos seus afectos. Neste mundo de loucos em que hoje vivemos, é importante não deixarmos cair em esquecimento que o mais importante da vida são os afectos, são os sentimentos, o amor e porque não, a verdadeira amizade ... sem lugar para hipocrisias e com toda a frontalidade.

Desejo-lhe as maiores felicidades quer pessoalmente quer profissionalmente especialmente para este novo projecto que abraçou e pelos vistos, com muito sucesso. Não prometo conseguir comprar o livro, pois a minha situação de desempregada e mãe de 2 filhos pequenos para criar absorvem-me as economias ....mas, tenho alguma esperança que o meu marido um dia destes me faça uma surpresa!!!

Um grande beijinho e muitas felicidades!!



De Luísa Castel-Branco a 17 de Junho de 2008 às 14:22
Filipa, Tem razão, quando estive no programa do Manuel Luís Goucha emocionei-me porque ele me deu o maior elogio que eu podia receber, sobre o meu livro. Considero-me amiga dele e ao longo dos poucos anos que tenho de televisão, recebi dele, que até essa altura não conhecia, palavras verdadeiras, de ajuda, conselhos e apoio. Como ele mesmo disse na TV, telefonou-me várias vezes enquanto estava a ler o livro, dizendo que não conseguia parar. Mas o que realmente me encheu a ALMA foi uma mensagem que ele me deixou a agradecer ter-lhe proporcionado um dos dias mais felizes da vida (espero estar a ser correcta na trasncrição ). A ALMA já valeu por isto! Muito obrigada e volte sempre.


De Luísa Castel-Branco a 17 de Junho de 2008 às 14:25
P.S.
Espero que a sua situação profissional mude rapidamente. E se quiser fazer o favor de me enviar o seu contacto no meu outro blog que encontra no cimo desta pagina, fico-lhe agradecida.


De Miguel a 13 de Junho de 2008 às 18:32
Olá Luísa.

Espero brevemente ter tempo para ler o seu livro (os exames não dão tréguas) e poder dar-lhe a minha opinião :)

Gosto muito do resultado produzido pelo seu trabalho, espero que continue sempre assim :)

Um beijinho!

Miguel


De Luísa Castel-Branco a 17 de Junho de 2008 às 14:27
Miguel,
Muito obrigada. Que idade tem? Isto por causa dos seus exames, que espero sinceramente que corram muito bem.
Dê-me noticias depois de como se saiu!


De Isabel a 14 de Junho de 2008 às 18:26
Querida Luísa
Temos mais ou menos a mesma idade e eu estou farta que me digam quando me conhecem pela 1ª vez....."Ah......eu conheço-te...só que nao sei de onde!!..."e depois, passado um bocado, comentam" Já
sei!Estava a fazer confusão!!É que és muito parecida com a Luísa Castel-Branco!! Que impressão!"
...Bem...não me importo nada de ser parecida consigo porque há séculos, desde que a conheço, que sinto uma enorme simpatia por si.

E agora, valham-me os deuses do Olimpo!, escreve-me este Livro "ALMA" que eu devorei de um fôlego...!!
Muito obrigada Luísa, por 3 ou 4 dias de felicidade e fuga, percorrendo as suas histórias cruzadas.
Acabei de o ler há bocado e...chorei...Chorei porque voltei a ficar sozinha de novo. Despertei da Magia..

E então, dei por mim a escrever no GOOGLE:
Luisa Castel Branco ALMA ....e vim aqui parar!!

Por favor, não pare. Se tiver mais histórias dentro de si, deixe-as sair, dê Vida aos seus Personagens e a quem a lê.
Enquanto a lia, via muitas vezes a sua Filha Inês e a própria Luisa, em ALMA, na Dª Sofia...enfim...
Esta história, para mim, eram bocados de si..

Um abraço muito grande, muita LUZ e...continue ao pé de mim e de nós.
OBRIGADA
Isabel



De Maria Moreira a 17 de Junho de 2008 às 14:20
Nunca, dizer verdadeiramente que se ama alguém, irá estar gasto. Hoje em dia pode-se banalizar um bocadinho, mas quando chega a altura de o dizer de coração, as palavras fogem, não se consegue (por vezes) dizer o que realmente queremos e sentimos.
Ainda assim, quando se não consegue, há que fazê-lo por actos. Podem não ser atitudes de encher de mimos e beijinhos quem gostamos. Mas também de as acompanhar sempre, e de quando ninguém se lembra nós lembrarmo-nos que aquela pessoa existe e precisa de ser ouvida.
(Este comentário é ainda sobre o seu 'post' sobre o seu pai)
Também o meu já "se foi", sei que não era a melhor filha, nem que estava sempre a dizer que gostava dele (até porque era ainda muito pequena) mas sei e lembro-me muito bem, que eu adorava andar com ele para todo o lado, não o largava. Tinha as suas tarefas para realizar e mesmo não podendo estar com ele sempre, ficava no carro à espera, queria estar com ele na sua profissão. E ele diza-o que gostava que eu andasse sempre com ele. Mesmo quando o sono apertava o esforço de ir depois era recompensado.
E com este (longo) comentário, para também dizer que por vezes pode-se mostrar alguém que se gosta da pessoa de outras maneiras.
Talvez o seu pai, entende-se os seus actos para com 'ele' como provas de que gostava dele sem que lhe tenha dito isso directamente.
Desculpe também o meu pequenino desabafo, mas às vezes é necessário também.

Felicidades para si e para a sua familia ;)
Um beijinho.


De Luísa Castel-Branco a 18 de Junho de 2008 às 13:42
Maria,
Vou-lhe contar um segredo. A minha Fé não é tão forte como eu gostaria, contudo, acredito que existe um Ser superior que nos criou e é com ele que falo todas as noites, e às vezes durante o dia quando algo me aflige ou me traz desgoverno.
Sempre acreditei que quando me sentava à máquina de escrever e anos depois ao computador, sentia o perfume a alfazema do meu pai, a sua respiração como se ele estivesse ali encostado ao meu ombro, a olhar as palavras que eu escrevia.
O meu pai era jornalista, foi presidente do sindicato entre outras coisas, publicou livros e a palavra escrita era a sua forma, pelo menos a única que conheci de lidar com a vida.
Por isto tudo, eu acredito que onde ele está pode ler as minhas palavras e o meu coração.
Porque verdadeiramente, um ser humano só morre e desaparece para sempre quando já ninguém o lembra, lhe sente a saudade.
Enquanto eu viver, ele viverá também.


De mariana a 20 de Junho de 2008 às 18:43
Fiquei deveras tocada pelo meu comentário merecer-lhe tal destaque e por isso, e desde já, o muito obrigado. Mais uma vez agradeço por me lembrar que realmente nunca dizemos vezes demais, o quanto se ama e estima alguém.
PS-recomendei e divulguei no meu blog a compra do seu livro. E desde já lhe digo que, embora a meio ainda, já fui absorvida pela "sua" Alma, e a sua escrita não foi nada que já não esperasse, simplesmente fantástica....parabéns, desejo-lhe a continuação de muito sucesso, saúde e muitas felicidades, beijokas com muita amizade e admiração.


De Nanda a 20 de Junho de 2008 às 23:13
Cara Luísa, há muito que não vinha ao seu blog, a vida teima em pregar-me partidas para as quais, apesar de tudo, não estava preparada,apesar do que já vivi!
Concordo plenamente quando se diz devermos partilhar com os que amamos a intensidade desse sentimento. Tive o privilégio de ter sido criada por um homem de cultura, valores e convicções elevadas. Com ele aprendi, sei-o hoje, as coisas mais importantes. Na altura não lhe dei o devido valor, tinha 17 anos quando morreu, era meu tio e tinha uma sensibilidade acima da média. Previu o fracasso de uma relação, na altura do namoro, que eu aguento há 25 anos. Tenho 44 anos, desisti este mês de um Mestrado que tanto prazer me estava a dar. Faltou-me o apoio dessa pessoa que saberia ter dito as palavras que em vão procuro.
Porque acredito que ele me vê, onde estiver, aproveito para lhe dizer o quanto o amo, como ele foi importante na minha vida, peço-lhe perdão por não ter levado as suas palavras em conta, como sempre estava certo.
Choro por não lhe ter dado o devido apreço em vida. É a nossa maior falha enquanto humanos, aprendemos tarde demais, sempre depois de caminhos atribulados percorrermos.
Hoje quero, principalmente aos meus filhos e à minha muita querida mãe, dizer-lhes que os adoro, que sem eles nada sou. Peço paciência para me aturarem nesta fase difícil, prometo que vou voltar a ser feliz!
Obrigada Luísa, vou ler o seu livro com o maior carinho, a leitura é outra das minhas grandes paixões, desde os nove anos.


De paulo a 27 de Junho de 2008 às 02:21
Olá Luisa...sem muitos comentários...parabêns pelo atrevimento...parabêns por existires neste tempo mediático em que o universso nos planou...sei que já fui básico e multipliquei as palavras em ti que tanto que escreves, mas o importante é realmente o tempo onde fomos atrevidos...
e no outro dia tocou-me no éfemero de ser uma crónica tua em que te atrevias mais ou menos assim " não entendo quem não se preocupa com a origem das flores ou a interrogação de Deus ..... ?? sei lá...era mais ou menos assim...entendi tudo,,,és uma fortaleza...na realidade és Deus,,,na realidade Deus somos nós...dai a plenitude,,,,,bom já me alonguei demais,,,tem um bom dia, porque será apenas mais um amanhã quem sabe i«onde estaremos...parabêns...ops ??? uma vez mais,,,p,elo sentir,,um beijo de adn«miração,Paulo


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