Quinta-feira, 3 de Julho de 2008
Sobre a Alma
aNA BARBOSA disse sobre "Alma e os Mistérios da Vida" ou como eu não tenho forma de agradecer! na Quarta-feira, 2 de Julho de 2008 às 23:13:

     

 

querida luisa, apenas tenho 28 anos mas identifico-me muito com muito do que aqui escreve. comprei o seu livro no passado domingo e na segunda feira á noite nao adormeci sem acabar de o lêr. Adorei. Li um comentario seu onde dizia que tinha que escrever porque as personagens gritavam dentro de si, acredite que agora elas tambem gritam dentro de mim. Adorei. E tenho que salientar que nao foi nada fácil, visto que tenho uma filha de 2 anos. O meu marido quando chegou a casa depois do trabalho viu-me a chorar baba e ranho com a t-shirt toda molhada, parece que estava consumida por cada palavra,queria tanto chegar ao fim que não me levantei do sofa para ir buscar lenços. Ma digo-lhe, quando acabou ficou um vazio... gostaria mesmo de saber o que aconteceu ao Pedro,ao Ricardo, etc...etc... Queria felicita-lo pelo livro por este blog, pelas suas palavas, mas principalmente por tentar dizer sempre o que pensa. o que nem sempe é faci. Prometo que voltarei a escrever. Quanto mais não seja a comentar o seu proximo livro. bEIJINHOS

 

Ana,

Cada comentário que recebo sobre a ALMA, cada pessoa  deconhecida que encontro na rua e diz o que sentiu quando leu o livro, é como se recebesse um presente!

E fico especialmente contente, e mesmo admirada, que com apenas 28 anos tenha sentido o que era a vida das mulheres, de muitas e muitas ,antes da Revolução.

Podemos estar muito mal hoje, e sabemos que a vida está dificil, mas é bom ter na memória que um dia fomos tratadas dessa forma.

Também eu quero voltar à vida do Ricardo, do Pedro.

Um dia. Quando tiver o afastamento necessário em relação à história, quando deixar de sentir este buraco dentro de mim porque a ALMA faz-me falta, sabia?

Muito e muito obrigada do fundo do meu coração!

 

 



publicado por Luísa Castel-Branco às 11:10
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4 comentários:
De Ana a 3 de Julho de 2008 às 19:58
Tenho a sua idade, sei de tudo o que as mulheres do meu tempo passaram, "encaixei a sua Alma" com sofreguidão .
Li de rajada, sinto agora que não tenho que fazer, ou que já não é tempo para fazer o que deveria ser feito. Estou agradávelmente confusa, eu que me julgava uma pessoa actuante no meu meio e no meu tempo! sabe que lhe digo?No tempo em que Alma viveu, estava tudo por fazer e hoje, pouco está realizado. É bom de vez em quando, sentirmo-nos abanadas.
De si, espero mais, com toda a paciencia, porque sei que vai valer a pena.Ana


De Vanessa Martins a 5 de Julho de 2008 às 18:46
Boa tarde.
O meu nome é Vanessa, tenho 23 anos e depois de ver a sua entrevista no Você na Tv sobre o seu livro “Alma e os Mistérios da Vida”, não descansei em quanto não o comprei… fui a Livraria mas já estava esgotado, disse logo á senhora: “por favor guarde-me um quando chegar, tenho de ler esse livro”. E assim foi, mal chegou lá fui eu buscar.
Comprei-o esta quinta-feira e no dia seguinte já o tinha “devorado todo”… bem quanto mais lia mais sentia necessidade de ler, parecia que algo chamava por mim, para continuar… Mas deixando estes pormenores à parte…
Enquanto lia o livro pensei para mim mesma, eu não conheço esta senhora mas tenho de a felicitar pelo livro, tenho de lhe dizer o quanto este livro mexeu comigo, o quanto estas personagens andaram na minha cabeça, mas como? E como nada é por acaso e para tudo existe solução… lá estava o endereço do seu blog no fim do livro. E cá estou eu a escrever para si nesta tarde de sábado.
O livro está fantástico, fala de algo que contacto no meu dia-a-dia, trabalho numa loja mística e posso lhe dizer que mesmo nos dias de hoje passados muitos e muitos anos e já com liberdade de expressão que muita boa gente que trabalha com energia, com algo que não é palpável sofre na pele represálias, mas depois de ler o seu livro cheguei a conclusão que “pobre da cabeça”, é quem critica sem experimentar ou saber do que fala, têm medo e depois metem rótulos às pessoas. Eu só tenho uma loja, que vende meia dúzia de objectos como artesanato, velas, incensos e essências mas só porque há uma mestre que dá consultas de Reiki e Tarot já tudo fala, já tudo critica. Quem trabalha nestas áreas é porque tem mesmo que ser, não há volta a dar, como a Alma referia “parece que as cartas chamam por mim” ou “estes sinais que não me largam” eu contacto com muita gente e é mesmo assim, eu não tenho dom nenhum sou um ser humano normalíssimo, apenas vendo produtos, e aconselho todos a ler este livro, é uma história fantástica é impossível não se comover, é impossível não pensar naquelas personagens, mas também dá um ensinamento a muito boa gente, porque hoje em dia ainda há pessoas a julgar quem tem um dom, e o que deveriam fazer era levantar as mãos para o céu e agradecer por existir quem consiga ver para além do palpável, para além do que todos nós vemos. “Ninguém vê o vento mas ele existe”… Pensem nisso…
Muitos parabéns por este livro, espero sinceramente que seja o primeiro de muitos, e que os próximos possam ter para além de uma história linda mais uma mensagem, que quem o ler tire algo, que fique algo consigo. Acredite que comigo ficou! Agradeço cada uma daquelas linhas, e espero que com elas se mudem mentalidades!
Um beijinho muito grande para si e aproveito para deixar um também para a sua filha Inês, não as conheço mas admiro-as muito.
Muito obrigado.
Vanessa Martins.


De LMl a 7 de Julho de 2008 às 17:29
Bem, depois disto não poderia passar sem ler o seu livro, contrariando a minha ideia (preconceituosa, eu sei), de me negar a ler os livros daqueles, tantos, que querem brincar aos "escritores", porque não tenho tempo a perder... e é tão pouco o tempo que resta para ler os Bons livros.


De Liliana a 10 de Julho de 2008 às 21:29
Olá Luísa nunca comentei nenhum blog portanto peço desculpa se a certa altura o meu comentário lhe parecer secante ou sem nexo algum...
Tenho 14 anos mas é muito frequente ler livros que do ponto de vista da minha mãe são "adultos de mais para a minha idade",é claro que não podia deixar de ler o seu comecei a pouco tempo a lê-lo e digo-lhe com a minha tenra idade me fascinou neste momento ainda estou na pagina 50 mas a medida que vou lendo o livro,pareçe que ele se apodera de mim e não consigo desviar o olhar nem a atenção . .
confesso que não conhecia este seu lado profundo e criativo a imagem que tinha da Luísa Castel-Branco era aquela que via em programas televisivos como "o elo mais fraco"

"O amor, quando vive numa casa, seja ela pobre ou rica,pega-se aos objectos, dá perfume aos sentiemntos,dá doçura aos movimentos, ao passar doas anos." (foi sem duvida o paragrafo que mais me marcou)

Obrigado pela sua atenção .
Liliana


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