Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011
Ter Fé!
 
 

Estes Natal e final de ano não serão fáceis para os portugueses.
É agora mais do que alguma vez o foi, necessário ter Fé. E não falo em termos religiosos, mas sim um outro tipo de Fé.

Fé como sinonimo de esperança, de perseverança, de acreditar que haverá um futuro melhor.
Por uma vez devíamos olhar todos para esta quadra como o fazem as crianças, de coração aberto, na expectativa e também na certeza que temos de que seja o que for que uma criança receba, vai exultar de e alegria.

Quando um ano termina penso sempre naqueles que amei e já partiram.
E claro, como todos, os meus votos para o próximo ano são sempre dedicados em primeiro lugar aos meus filhos e netos.

É assim porque amar é não esquecer quem partiu e querer mais para aqueles que amamos do que para nós mesmos.
Mas este ano temos que abraçar no nosso coração tanta gente que passa por dificuldades, tantos que estão sós.

E para além da inter-ajuda, somos obrigados a olhar em frente e levantar a cabeça e dizer para nós mesmos: Eu vou ser capaz!
Capaz de ser positivo, capaz de estar presente quando os outros precisam, capaz ter um ombro amigo e disponível.

Capaz principalmente de negar este pessimismo tão português, este fado que nos persegue e nos faz olhar a vida com um peso nos ombros.
Agora este peso é real.
E por isso é urgente recordarmo-nos que já passámos por outros momentos difíceis e ainda aqui estamos. E relatar aos nossos filhos e netos essa experiência de vida que possuímos porque a mesma lhes dará forças para o futuro.
É ai que reside o amor.

 

In Destak

19 | 12 | 2011 


publicado por Luísa Castel-Branco às 08:27
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2 comentários:
De ERA UMA VEZ a 26 de Dezembro de 2011 às 18:08
Cara Luisa

Passei por esta rua tantas vezes
e a porta sempre tão fechada...
que pensei cá para mim que queria apenas estar só
e nada de ser incomodada...

e fui percorrendo outras ruas
onde aceno sorrisos prás janelas
onde me aconchego
onde escrevo coisas
onde acendo velas


hoje
nesta paz que tanto gosto
daquele "depois da festa" preguiçoso
em que me permito demorar o olhar

voltei a passar à sua rua
e
encontrei um ternurento bilhete com o meu nome

então
como uma criança que brilha
desembrulhando o brinquedo
assim fiquei
feliz porque respondeu
feliz por tanta coisa
porque hoje já tenho todo o tempo para os afectos
de ontem e de sempre
e arrumo com amor os perfumes e as músicas
que trouxeram para mim
porque hoje fiz as pazes com a ansiedade e os desencantos
porque hoje já não lamento nada
a não ser o tempo que perdi
a chorar os danos

feliz porque até a Luisa
abriu de novo esta janela
e eu
lhe posso dizer que a dor da alma dói mesmo(eu também sei)
e a "estuporada culpa" não vai adiantar
é "só" deixar passar a tempestade
esperar sem pressa a paz e o regresso do sol
e depois
pé ante pé... VOLTAR

Bora aí hoje começar um cachecol???



De ERA UMA VEZ a 30 de Dezembro de 2011 às 12:02
Vá lá "Luisa, sobe que sobe, sobe a calçada"!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


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